GLICOHEMOGLOBINA - HBA1C

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A hemoglobina glicada e o cálculo da glicemia média estimada são usados para controlar diabetes. O objetivo do controle do diabetes é manter os níveis de glicose no sangue o mais próximo possível do normal. Isto ajuda a minimizar as complicações causadas por elevações crônicas da glicemia, como lesões progressivas de rins, olhos, vasos e nervos. O resultado da hemoglobina glicada e da glicose média estimada expressam a quantidade média de glicose no sangue durante os 2 a 3 últimos meses. Isso pode dar uma ideia sobre a eficiência do controle do diabetes e pode sugerir a necessidades de ajustes.

A hemoglobina glicada é usada com frequência em pacientes com diagnóstico recente de diabetes para avaliar como estão os níveis de glicemia. Pode ser pedida diversas vezes até que o controle seja atingido, e, depois, várias vezes por ano para verificar se o controle está sendo mantido.

A hemoglobina glicada pode ser usada também para triagem e diagnóstico de diabetes. Entretanto, não deve ser usada para diagnóstico em gestantes ou em pessoas que tiveram sangramento intenso ou receberam transfusões de sangue há pouco tempo, pessoas com doença crônica renal ou hepática ou pessoas com distúrbios do sangue como anemia por deficiência de ferroanemia por carência de vitamina B12 ou variantes da hemoglobina. Por outro lado, apenas dosagens de hemoglobina glicada usando métodos laboratoriais aceitos padronizados devem ser usadas para triagem e diagnóstico. Métodos atuais disponíveis para uso no consultório médico ou em casa são muito variáveis para uso diagnóstico, e podem ser usados apenas para monitorar o tratamento. Quando não houver um método preciso disponível, devem ser usados para diagnóstico a glicose em jejum ou o teste de tolerância à glicose.

Dependendo do tipo de diabetes, da eficiência do controle e do médico, sua hemoglobina glicada pode ser medida duas a quatro vezes por ano. A American Diabetes Association, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a Sociedade Brasileira de Diabetes e a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial recomendam pelo menos duas vezes por ano. O exame pode ser pedido com maior frequência quando alguém tem um diagnóstico recente de diabetes ou quando o controle da doença não está adequado.

Para triagem e diagnóstico de diabetes, a hemoglobina glicada pode ser pedida como parte de um exame de saúde de rotina ou quando há suspeita de diabetes porque alguém tem sinais e sintomas de aumento dos níveis de glicose no sangue (hiperglicemia), como:

    • Sede aumentada
    • Aumento do volume de urina
    • Fadiga
    • Visão embaçada
    • Infecções de cicatrização lenta.
  • Para monitorar o controle do diabetes, A hemoglobina glicada é relatada como uma percentagem, e o objetivo recomendado do tratamento é mantê-la abaixo de 7,0%. O resultado do exame pode incluir também a glicose média estimada, que é um resultado calculado com base no nível de hemoglobina glicada. A finalidade disso é relacionar o resultado da hemoglobina glicada com os níveis diários de glicose no sangue. A fórmula da glicose média estimada converte a percentagem de hemoglobina glicada em unidades de glicemia (mg/dL), para que o resultado possa ser comparado com os resultados da glicemia obtidos em um laboratório ou com um sistema doméstico de monitoração.

    Deve ser lembrado que a glicose média estimada é uma avaliação da média da glicemia nos últimos dois meses, e não corresponde a nenhuma dosagem de glicose isolada. A American Diabetes Association adotou esse cálculo e apresenta em seu site da Internet uma calculadora com informações sobre glicose média estimada.

    O controle do diabetes visa manter a hemoglobina glicada próxima de 6,0% sem que haja hipoglicemia excessiva. Quando aumentam os valores da hemoglobina glicada e da glicose média estimada, aumenta o risco de complicações.

    Para triagem e diagnóstico, os resultados podem ser os seguintes:

    • Não diabéticos: hemoglobina glicada entre 4,0% e 6,0% (glicose média estimada 68-126 mg/dL)
    • Diabetes: hemoglobina glicada 6,5% (140 mg/dL) ou mais
    • Pré-diabetes (risco aumentado de desenvolver diabetes no futuro): hemoglobina glicada 5,7% - 6,4% (117-126 mg/dL).

    A hemoglobina glicada não reflete aumentos ou diminuições passageiras da glicemia. As oscilações de glicemia no diabetes “instável” não são detectadas.

    Pessoas com variantes da hemoglobina, como a hemoglobina S da anemia falciforme, têm quantidades menores de hemoglobina A. Isso pode diminuir a utilidade da hemoglobina glicada no diagnóstico e na monitoração do diabetesAnemiahemólise e sangramento intenso podem diminuir os resultados. Os resultados podem aumentar na deficiência de ferro. Pacientes que receberam transfusões de sangue têm resultados altos porque as soluções usadas para preservar o sangue têm níveis altos de glicose. Em todos esses casos, a hemoglobina glicada não reflete a glicemia dos últimos dois a três meses.

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