GAMA GLUTAMIL TRANSFERASE

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A dosagem da gama-glutamil transferase (GGT) pode ser usada para determinar a causa da elevação de doenças hepáticas. Tanto a ALP como a GGT estão aumentadas na doença biliar e em algumas doenças hepáticas, mas apenas a ALP se eleva na doença óssea. Se a GGT estiver normal em um indivíduo com elevação da ALP, a provável causa será doença óssea.

A dosagem de GGT algumas vezes é usada como auxiliar da detecção de doença hepática e de obstrução biliar. Geralmente, é solicitada em conjunto com os testes de função hepática ou após estes, como ALTASTALP e bilirrubina. Em geral, níveis aumentados de GGT indicam que está havendo lesão hepática mas sem especificar exatamente que doença está causando o dano. Embora o aumento na dosagem de GGT possa ser provocada por lesão hepática, também pode ser causada por consumo de álcool e/ou outros quadros, como insuficiência cardíaca congestiva.

A GGT pode ser usada para triagem de alcoolismo crônico (apresenta-se elevada em cerca de 75% dos consumidores crônicos). Algumas vezes, o teste é usado para monitorar o consumo normal ou abusivo em indivíduos em tratamento para alcoolismo ou hepatite alcoólica.

A dosagem de GGT é solicitada quando alguém se apresenta com níveis elevados de ALP. O teste de ALP pode ser solicitado como rotina dentro do perfl hepático para triagem de dano hepático, mesmo quando não houver sintomas presentes. Se os resultados indicarem aumento da ALP, mas os demais testes para avaliação da função hepática, como AST e ALT, estiverem normais, o exame de GGT pode ser feito para ajudar a determinar a fonte de aumento da ALP: doença óssea ou doença hepática.

A GGT pode ser solicitada junto ou após outros testes de função hepática quando o indivíduo apresentar sinais ou sintomas sugestivos de doença hepática como:

  • Fraqueza, fadiga
  • Perda de apetite
  • Náusea e vômitos
  • Dor ou aumento da circunferência abdominal
  • Icterícia
  • Urina colúrica e fezes claras
  • Prurido

A GGT aumenta na maioria das doenças que produzem lesão hepática aguda ou aos dutos biliares, mas geralmente não ajuda a distinguir entre as diferentes causas de lesão hepática. Por esse motivo, o uso de GGT é controverso e as diretrizes publicadas pela National Academy of Clinical Biochemistry (Academia Nacional de Bioquímica Clínica), dos Estados Unidos, e pela American Association for the Study of Liver Diseases (Associação Americana de Estudos das Doenças Hepáticas) não recomendam o uso rotineiro de GGT. Essas diretrizes sugerem que o teste pode ser útil para determinar a causa de aumento da ALP.

A GGT pode ser dosada em indivíduos com história de alcoolismo que tenham completado o tratamento a fim de monitorar a adesão ao programa.

A elevação na GGT indica que algo está produzindo lesão no fígado, mas sem especificar a causa. Em geral, quanto maior a dosagem, maior é a lesão produzida. Níveis elevados podem ser provocados por doença hepática, mas há outras causas possíveis como insuficiência cardíaca congestiva e consumo de álcool. Níveis aumentados de GGT ajudam a afastar as doenças ósseas como possíveis causas de aumento da ALP.

Se a GGT estiver normal ou baixa, é provável que o aumento da ALP seja provocado por doença óssea. Níveis normais ou baixos também indicam que é improvável que o indivíduo seja portador de doença hepática ou tenha consumido bebidas alcoólicas.

Quantidades ainda que pequenas de álcool consumidas nas 24 horas antes do teste de GGT podem provocar aumento temporário da enzima. Se isso ocorrer, é provável que o médico repita o teste.

O nível de GGT pode aumentar na insuficiência cardíaca. Alguns estudos demonstram que os indivíduos com aumento nos níveis de GGT apresentam maior risco de morrer por doença cardíaca, mas as razões para essa associação não foram esclarecidas.

Dentre os medicamentos que podem causar aumento da GGT estão fenitoína, carbamazepina e barbitúricos, como o fenobarbital. O uso de outros medicamentos, com ou sem prescrição médica, incluindo anti-inflamatórios não hormonais (AINH), redutores de colesterol, antibióticos, bloqueadores de histamina (usados no tratamento de produção excessiva de ácido no estômago), antifúngicos, antidepressivos e hormônios, como testosterona, pode aumentar os níveis de GGT.

O tabagismo também eleva a GGT.

Os níveis de GGT aumentam em mulheres idosas, mas não nos homens. Estão sempre um pouco mais elevados nos homens em comparação com as mulheres.

Sim. A GGT é muito sensível e essa elevação pode ser temporária, talvez provocada por medicamentos ou por consumo de bebidas alcoólicas nas 24 horas anteriores ao teste. Se as outras enzimas hepáticas estiverem normais, o médico irá aguardar e repetir o teste de GGT. Se o resultado estiver muito alto e as outras enzimas hepáticas apresentarem níveis normais, talvez o médico escolha aprofundar a investigação para esclarecer a causa.

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